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Representando as religiões de matrizes africanas, Babá Pecê vai ao Vaticano para a canonização da Irmã Dulce

Domingo, 13 Outubro 2019

Representando as religiões de matrizes africanas, Babá Pecê vai ao Vaticano para a canonização da Irmã Dulce

No dia 13 de outubro de 2019, a Irmã Dulce, carinhosamente chamada de “Anjo Bom da Bahia” e “Mãe dos Pobres”, foi oficialmente reconhecida como Santa pela Igreja Católica em cerimônia conduzida pelo Papa Francisco na Basílica de São Pedro, no Vaticano.

Irmã Dulce, que tinha sido beatificada no ano de 2011, é a primeira mulher nascida no Brasil declarada Santa pela Igreja Católica.

Respeitada e admirada por pessoas das mais diversas confissões religiosas e também por ateus, pela sua compaixão, sua humanidade e por seus atos de caridade, a Santa Dulce também foi homenageada pelo Candomblé brasileiro.

Babá Pecê, Olori Egbe da Casa de Oxumarê, foi ao Vaticano acompanhar a sua canonização.

Para Babá Pecê, a importância de um líder religioso de candomblé estar presente na canonização da Santa foi “demonstrar o respeito por outras formas de buscar a Deus, bem como o diálogo com outras religiões e atuarmos como instrumentos para fomentar o amor e respeito no coração da humanidade”.

Ressaltou também que a Irmã Dulce é digna de todas as homenagens, pois ela “é um símbolo de fé e de amor para com os irmãos”.

Dessa forma, Babá Pecê levou ao Vaticano todo o carinho, respeito e admiração que os que professam sua fé nos Orixás têm pela Santa Dulce.

Por Caio Roberto Cortez - Egbon de Èsù da Casa de Òsùmàrè